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Lucas 4.14-21

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Lucas 4.14-21

Mensagem por crscapixaba-admin em Ter Jan 29, 2013 5:15 pm

3º Domingo após Epifania, 27.01.2013

Predigt zu Lucas 4:14-21, verfasst von Otto Porzel Filho


Prezada Comunidade.


Quem
de nós, em algum momento da vida, já não parou diante de uma porta
perguntando-se: o que há por trás desta porta? A nossa curiosidade nos
leva a imaginar as mais diferentes coisas. A porta fechada traz
expectativas. E quando alguém que dispõe da chave vem e nos abre esta
porta, nós nos sentimos como que privilegiados, somos sortudos.


Entendo
que através do texto do Evangelho de hoje Lucas está vindo ao nosso
encontro para nos ajudar a abrir esta porta. Afinal estamos em mais um
começo de ano. Temos expectativas. Estamos curiosos para saber como será
este ano, o que nos espera. E Lucas diz: Esta porta é especial. Pois lá
está Jesus Cristo, que é aquele que quer encontrar-se contigo e
transformar a tua vida e o que está à tua volta. E o mais importante:
ele está aqui “hoje”, e se apresenta como aquele que não apenas nos
transforma, mas também nos quer acompanhar para dentro do novo ano para
que tudo que nos espera corresponda à sua vontade.


O
Evangelista Lucas nos mostra isso neste relato sobre a presença de
Jesus na sinagoga de Nazaré. De acordo com Lucas acontece o seguinte:
Jesus ao ler as palavras do profeta Isaías (Is 61.1s) e dizer, “hoje se
cumpriu a Escritura”, está afirmando que o centro da história da
humanidade e da vida de cada pessoa é ele “hoje”. Ele sabe que o
Espírito de Deus o acompanha e esta é a sua função:


> levar a boa nova aos pobres
> proclamar libertação aos presos
> restaurar a visão aos cegos
> libertar os oprimidos
> e anunciar o ano da graça de Deus.


Em
outras palavras: Jesus está dizendo que não pode ficar quieto enquanto
houver pessoas sofrendo. Por isso ele vem para provocar transformações
profundas e radicais nas mais diferentes situações de pobreza, prisão,
cegueira e opressão em que as pessoas se encontram. Para essa tarefa ele
desafia seus ouvintes a se unirem a ele. Ou seja, Jesus chama as
pessoas à conversão, a uma mudança radical e profunda na sua
mentalidade, no seu modo de ser e agir.


Se
nós estamos aqui é porque Jesus é esta porta, e porque ela se abriu
também para nós. Isto aconteceu por ocasião do nosso batismo.
Reconhecemos que foi aí que ele se tornou nosso Senhor e que o Espírito
Santo foi derramado sobre nós. Em que medida temos consciência disso?
Portanto, assim como aconteceu com Jesus, também nós diante da porta que
se abre com ele para dentro deste novo ano, somos por ele desafiados a
sermos seus parceiros nesta tarefa. Ele prometeu que nunca nos deixará
sozinhos. Seu Espírito estará conosco (Mt 28.20). Porventura, não é isto algo tremendamente consolador e ao mesmo tempo desafiador?


Assim
somos chamados a agir do mesmo modo que ele agiu. As pessoas “hoje”
precisam sentir-se acolhidas pelo amor de Jesus Cristo mostrado por nós,
e as situações de sofrimento “hoje” requerem que estejamos dispostos a
provocar mudanças como ele provocou, mesmo que haja reações contrárias.


Este
a quem proclamamos ser o nosso Senhor não só anunciou, mas veio tornar
realidade a libertação. Ele teve olhos e sensibilidade para os pobres em
todos os sentidos, social e espiritualmente. Ele veio para restabelecer
uma nova relação entre Deus e as pessoas e também das pessoas entre si.
Em Jesus Cristo todos os poderes que escravizam as pessoas, individual e
coletivamente são atacados. O Reino de Deus que Jesus Cristo inaugura
não admite qualquer tipo de corrupção, pessoal ou coletiva; qualquer
pobreza, exterior ou interior; qualquer cegueira, física ou ideológica;
qualquer opressão, política ou espiritual; qualquer prisão; qualquer
escravidão; qualquer ato que transforme o ser humano em objeto,
mercadoria, ou lhe roube a dignidade que Deus lhe deu na criação.


Existem muitos exemplos dados por Jesus neste sentido: ele convida os pobres para estarem ao seu lado (Lc 14.16s – A grande ceia); Jesus reprova a ganância e procura libertar as pessoas da escravidão sob o dinheiro e bens (Lc 12.13s e Lc 18.18s – vejamos o encontro com o jovem rico); Jesus cura muitos doentes, libertando-os da escravidão e marginalização imposta pela sociedade (Lc 17.11s – os dez leprosos); Jesus liberta pessoas dos pecados e de preconceitos (Jo 8.1s – a mulher adúltera); Jesus liberta da tristeza e do luto (Jo 11.1s – a ressurreição de Lázaro); Jesus liberta as pessoas do egoísmo (Lc 18.1s – Zaqueu); Jesus liberta as pessoas de preconceitos raciais (Lc 10.25s – o bom samaritano); Jesus liberta condenados à morte (Lc 23.32s – o crucificado ao seu lado). Muitos
outros exemplos poderiam ser acrescentados. Assim ele realmente
proclamou e deu libertação aos pobres, “tornando-se obediente até à
morte, e morte de cruz” (Fp 2.8). Assim o afirma o apóstolo Paulo.


Mas
a cruz não consegue acabar com a proclamação da libertação por Jesus.
Os seus discípulos, fortalecidos pelo Espírito Santo, continuam
assumindo essa tarefa, transformando-a na tarefa da Igreja de Jesus
Cristo no mundo até hoje. E desta Igreja também nós aqui fazemos parte.



O
texto de pregação nos traz tudo isso e mais: ele diz que cada um de nós
ainda “hoje” é libertado para ser transformado num libertador, assim
como Jesus o foi.


Voltando
a figura da porta, é importante observar que Jesus Cristo está aí por
trás dessa porta, e ao mesmo tempo este Jesus Cristo é a porta, que nos
leva para o mundo, independente de como ele seja. É lá que importa fazer
a diferença. Não é uma porta que nos tranca entre quatro paredes. Pois,
afinal, ele quer que todos tenham vida e a tenham em abundância.


Que
o Santo Espírito nos ilumine para poder perceber isso e ao mesmo tempo
também nos dê as forças para não fraquejarmos como seus discípulos.
Amém.





P. Otto Porzel Filho
Sapiranga – RS - Brasil
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