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Lucas 2.15-21

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Lucas 2.15-21

Mensagem por crscapixaba-admin em Ter Jan 29, 2013 4:58 pm

Ano Novo, 01.01.2013

Predigt zu Lucas 2:15-21, verfasst von Joaninho Borchardt


Prezada comunidade. Irmãos e irmãs em Cristo Jesus.
Em
vários momentos da vida esperamos a chegada de algo novo. E essa espera
vem acompanhada de preparação e expectativas. O agricultor prepara
primeiro o terreno, providencia as melhores sementes, aduba a terra e
fica na expectativa de fazer uma boa colheita. Os alunos ficam na
expectativa de passar de ano ou mesmo no vestibular. Os torcedores ficam
na expectativa de ver seu time ganhar e ser campeão.
José
e Maria também ficaram na expectativa quando o anjo do Senhor anunciou
que ela conceberia e daria à luz o Salvador. José, desconfiado, pensou
até em abandonar Maria, mas o anjo lhe disse em sonho para não temer e
receber aquele filho, pois ele seria o enviado de Deus para salvar o
povo dos seus pecados. Maria, mesmo assustada com a notícia, fica alegre
e responde que seja feita a vontade do Senhor. Depois agradece por Deus
ter se lembrado da sua humilde serva. E aceita ser mãe do Salvador.
Mas
os últimos dias da gravidez de Maria não foram tranquilos. A região da
Judeia estava nervosa e inquieta. O decreto do imperador instituindo um
recenseamento movimentou a vida dos moradores. Caravanas e mais
caravanas de peregrinos rumavam ao local de nascimento. No meio de todo
esse frenesi, Jesus nasceu, como qualquer outra criança, sem nada de
extraordinário, apenas a humildade e a simplicidade. Os pastores de
ovelhas são os primeiros a receber a notícia. Apressados, eles vão até
Belém e encontram a criança deitada na manjedoura, ao lado dos seus
pais. De volta aos campos, os pastores espalham a boa notícia. Contam o
que viram e ouviram. As pessoas recebem a notícia com alegria e se
admiram com o que os pastores disseram. Maria, porém, fica em silêncio e
medita sobre o que havia acontecido e guarda tudo no íntimo do seu
coração.
Aos poucos a vida vai voltando ao normal.
A notícia do nascimento se espalhou e muitas pessoas vêm visitar o
recém-nascido. Maria ainda está no resguardo. Alguns cuidados precisam
ser tomados. Afinal, foi tudo muito corrido, cheio de imprevistos e
improvisos. Mas a mãe Maria está se recuperando bem. José é paciente e
bondoso. Já pensa nas obrigações da lei judaica. Por isso, oito dias
depois, a criança é levada para ser circuncidada, conforme mandava a
lei. Ali ela recebe o nome de Jesus, como o anjo já havia anunciado
antes da sua concepção.
Embora não tenhamos
recenseamento em andamento, acontecimentos nacionais e mundiais
contribuem para que fiquemos apreensivos, temerosos e inquietos. A crise
de valores éticos e morais têm produzido pessoas insatisfeitas e
infelizes. O nível de intolerância atinge limites críticos. A violência
impera. Falta compreensão. As referências de boa convivência, boa
conduta e de boa amizade, estão se perdendo cada vez mais. Vivemos numa
sociedade conturbada. Pessoas não se respeitam. Não sabem mais conversar
com educação. Estamos desaprendendo a agradecer, a ser gentil e a
perdoar. Por todos os lados as pessoas se queixam pedindo por paz, por
saúde e por tranquilidade. O consumo de drogas entre os jovens é
alarmante. Os roubos e assaltos acontecem tanto na cidade quanto na
roça. O meio ambiente está contaminado. As pessoas estão doentes. O
mundo está doente. O que está acontecendo? Faltam parâmetros? Será que
ainda há jeito?
Enquanto isso, comenta-se sobre as
festas de fim de ano. Famílias se reuniram. Amigos se encontraram.
Muita comida e bebida especial. Conversas e brincadeiras. Estouro de
fogos iluminando o céu. Planos. Sonhos. Desenganos. Novos amores. Novos
dissabores. Novos horrores. E a vida continua. É hora de fazer um
balanço geral. É oportuno se perguntar: Como passamos o ano? Como nos
relacionamos com os nossos pais, nossos irmãos ou com os nossos filhos?
Conseguimos honrar os compromissos assumidos, dentro e fora da igreja? E
a vida espiritual, como foi? Fomos fiéis a Deus? Contribuímos para uma
sociedade melhor? Acertamos mais ou erramos mais?
É
necessário se perguntar para melhorar. Porque cada cristão é chamado a
ser protagonista de boas ações no mundo. Os pastores de Belém receberam a
boa notícia do nascimento do Salvador e tomaram uma atitude: ‘Vamos lá
ver o que aconteceu!' E saíram alegremente louvando a Deus pelo que
tinham visto e ouvido. Aquela boa notícia mudou a vida deles. E ela
também quer mudar a nossa. O cristão é chamado a ser agente de mudança e
de transformação. Deus espera que ajudemos a melhorar a situação
desanimadora em que vivemos. Foi por isso que ele veio: para falar-nos
do seu amor, da sua graça e da sua justiça. É como se Deus estendesse a
sua mão em nossa direção, oferecendo graciosamente vida plena e
abundante. Basta que aceitemos ou não.
No dia da circuncisão o menino de Belém recebe o nome de Jesus, que significa "Deus é salvação".
Com isso, ele é colocado sob o senhorio de Deus. Jesus se torna cidadão
do mundo. É o representante de Deus. É o próprio Deus encarnado.
Aproxima-se do ser humano. Revela que não é um Deus inalcançável e
distante, mas sim, próximo e acolhedor. Pela sua misericórdia e o seu
amor, Deus, em Jesus, veio dizer que quer ajudar a carregar a carga
quando ela se torna pesada demais. O próprio Jesus diz: "Vinde a mim todos que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei" (Mt 11.28).
No batismo Deus também nos chama pelo nome. É como se ele dissesse a nós: ‘Agora
você é meu. É minha propriedade e eu sou dono da sua vida. Quero cuidar
de você pelo resto da sua vida. Vá ao mundo e sirva ao seu próximo.
Ajude a levar as cargas uns dos outros. Sorria com sorri e chore com
quem chora. E eu quero estar com você na vida e na morte e te
ressuscitar para a vida eterna'.

Um novo ano
se inicia. Ele vem carregado de expectativas e esperanças de um mundo
melhor. Que haja menos sofrimento, menos morte, menos fome, menos
brigas, menos violência, menos intolerância de qualquer natureza. E que
haja mais paz, mais alegria, mais segurança, mais amor, mais saúde para
todos. Importa colocar a nossa vida nas mãos de Deus e pedir que ele nos
oriente e nos guie. Reconhecer e confessar que nem sempre fomos fiéis.
Algumas vezes fomos omissos. Outras vezes falhamos. Erramos. Outras
vezes magoamos. Ofendemos. Fomos ofendidos. Decepcionamo-nos. Por vezes
sofremos calados e refletimos sobre tudo o que estava acontecendo, como
fez Maria. Outras vezes faltaram forças. Essa é a dinâmica da vida,
também dentro da Igreja. Caímos e nos reerguemos. Levamos tombos.
Quebramos a cara. Mas a solidariedade faz com que um ajude o outro a se
levantar.
Às vezes precisamos de alguém especial
do nosso lado para nos ajudar. E esse alguém é Jesus Cristo. É o
Deus-conosco. Ele veio para ensinar o caminho do amor e da
solidariedade. Muitos não o aceitaram. A sua caminhada foi difícil e
penosa. Ele carregou a sua cruz, levando muitos tombos. Mas Deus o
levantou e o ressuscitou dentre os mortos. Esta é a promessa que
herdamos. É a esperança de sentido pleno para a nossa vida. Por isso,
aproveitemos o ano novo para começar uma vida nova. Para fazer o bem às
pessoas. Para promover a paz e contribuir para um mundo melhor. Para
dizer: ‘Muito obrigado, Deus, por enviares teu Filho Jesus Cristo para
nos salvar'.
Que Deus nos ajude e nos abençoe. Amém.



P. Joaninho Borchardt
Vitória, ES, Brasil
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