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LITURGIA PARA A SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO - Culto Tenebrae

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LITURGIA PARA A SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO - Culto Tenebrae

Mensagem por crscapixaba-admin em Qui Mar 08, 2012 9:44 pm






Sexta-Feira da Paixão: Culto Tenebrae

Culto Tenebrae


[Este culto é uma adaptação do antigo Culto Tenebrae, do século VIII. É um culto que vai da luz para escuridão, sendo que o esvaecer da luz simboliza o esvaecer da fidelidade dos discípulos e amigos de Jesus. Esta liturgia é uma tradução e adaptação do "TENEBRAE SERVICE" (C.S.S. Publishing Co.[s.l.], 1970). Responsáveis: Profª Marie Ann Wangen Krahn, Pastora Miriam Diefenthaeler, P. Allan Ervin Krahn e pastor Richard Harvey Wangen.
Observe-se que durante a leitura das partes das Escrituras que aparecem na folha do culto, o povo será representado pela comunidade.]

Explicação do culto, incluindo avisos do culto da vigília no Sábado, com convite para passar a noite em conjunto na capela - se possível, trazer colchão e cobertor - e culto da Ressurreição no domingo às 6:00 h.

No final não haverá a bênção, para lembrar que Jesus se sentiu abandonado e só.

Prelúdio
(Um hino próprio para a Sexta-Feira da Paixão pode ser tocado. Sugere-se também o hino “Em memória de mim”, do CD do Coral do Morro).

Palavras de Louvor:
Marcos 11:1,4,7-10

Narrador:
Quando se aproximaram de Jerusalém, (...) junto ao Monte das Oliveiras, enviou Jesus dois de seus discípulos (...) Então, foram e encontraram o jumentinho preso (...) e o desprenderam. Levaram o jumentinho. Sobre o qual puseram suas vestes, e Jesus o montou. E muitos estendiam suas vestes no caminho, e outros, ramos que haviam cortado dos campos. Tanto os que iam adiante dele como os que vinham depois clamaram:

C.: (canta) Hosana

Oração:
Poderoso Deus, nosso Pai, ajuda-nos a termos em mente os eventos que ocorreram na vida de Jesus durante a última semana em Jerusalém. Ao nos darmos conta da maneira como os discípulos, os integrantes do povo e outros falharam em relação a Ele, rogamos-te que ilumines nossos corações para que estejamos conscientes das vezes em que nós também cometemos as mesmas falhas. Perdoa-nos pelas ocasiões em que não demos um testemunho vigoroso de Ti e guia-nos através de Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.

A ESCURIDÃO DO EQUÍVOCO.

As palavras no templo:
Marcos 11.15-18; João 12.28-36.

Narrador:
Entrando ele no templo, passou a expulsar os que ali vendiam e compravam (...). Também os ensinava e dizia:

Jesus:
“Não está escrito: “Minha casa será chamada casa de oração para todas as nações?” Vós, porém, a tendes transformado em covil de salteadores.

Narrador:
E os principais sacerdotes e escribas ouviam essas coisas e procuravam um modo de lhe tirar a vida; pois o temiam, porque toda a multidão se maravilhava de sua doutrina. Então, veio uma voz do céu (...). A multidão que ali estava, tendo ouvido a voz, dizia ter havido um trovão. Então Jesus explicou:

Jesus:
No foi por mim que veio esta voz, e sim por vossa causa. Chegou o momento de o príncipe deste mundo ser expulso. E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos as pessoas a mim mesmo.

Narrador:
Isto dizia, significando de que gênero de morte estava para morrer. Replicou-lhe a multidão:

Comunidade:
Nós temos ouvido da lei que o Cristo permanece para sempre, e como dizes tu ser necessário que o Filho do homem seja levantado? Quem é esse Filho do homem?

Jesus:
Ainda por um pouco a luz está convosco. Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem; e quem anda nas trevas não sabe para onde vai. Enquanto tendes a luz, crede na luz, para que vos torneis filhos e filhas da luz.

(Apaga-se a primeira vela).

Um canto ou música.

A ESCURIDÃO DA TRAIÇÃO.

As palavras no cenáculo:
Mateus 26.20-28.

(Apaga-se a segunda vela).

Um hino de devoção.

A ESCURIDÃO DA TENTAÇÃO.

As palavras no Jardim de Getsêmane:
Mateus 26.30-31,36-46.

(Apaga-se a terceira vela).

Um hino de fidelidade.

A ESCURIDÃO DA INJUSTIÇA.

As palavras do julgamento:
Marcos 14.53,57-64; 15.1-5.

(Apaga-se a quarta vela).

Hino de tristeza:
C.: (canta) Ó fronte ensangüentada.

A ESCURIDÃO DA NEGAÇÃO.

As palavras no pátio do palácio:
Marcos 14.66-72.

Confissão recíproca com absolvição.

Canto de Taizé:
C.: (canta): Lembra-te de mim.

(Apaga-se a quinta vela).

Hino de intercessão:
C.: (canta) Senhor, oramos agora (O povo canta, p. 14).

A ESCURIDÃO DA REJEIÇÃO.

As palavras diante de Pilatos:
Lucas 23.13-24.

Narrador:
Então, reunindo Pilatos os principais sacerdotes, as autoridades e o povo, disse-lhes:

Pilatos:
“Apresentastes-me este homem como agitador do povo; mas, tendo-o interrogado em vossa presença, nada verifiquei contra ele dos crimes de que o acusais. Nem tampouco Herodes, pois no-lo tornou a enviar. É, pois, claro que nada contra ele se verificou digno de morte. Portanto, após castigá-lo, solta-lo-ei.”

Narrador:
Toda a multidão, porém, gritava:

Comunidade:
“Fora com este! Solta-nos Barrabás!”

Narrador:
Barrabás estava no cárcere por causa de uma sedição na cidade e também por homicídio. Desejando Pilatos soltar a Jesus, insistiu ainda. Eles, porém, mais gritavam:

Comunidade:
“Crucifica-o! Crucifica-o!”

Pilatos:
“Que mal fez este homem? De fato, nada achei contra ele para condená-lo à morte; portanto, depois de castigá-lo, solta-lo-ei.”

Narrador:
Mas eles instavam com grandes gritos, pedindo que Jesus fosse crucificado.

Comunidade:
“Crucifica-o! Crucifica-o!”

Narrador:
E seu clamor prevaleceu. Então, Pilatos decidiu atender-lhes o pedido.

(Apaga-se a sexta vela).

Hino de penitência:
C.: (canta): Se sofrimento te causei (O povo canta, p. 163).

A ESCURIDÃO DA CRUCIFICAÇÃO.

As palavras da cruz:
Lucas 23.33-48.

Canto de Taizé:
C.: (canta): Lembra-te de mim

(Apaga-se a sétima vela).

Solo: Presenciaste la muerte del Señor?

A comunidade sai na escuridão em silêncio.

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