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Lucas 24.1-11 - pregação - Páscoa - ressurreição

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Lucas 24.1-11 - pregação - Páscoa - ressurreição

Mensagem por crscapixaba-admin em Sab Abr 16, 2011 12:29 am




Lucas 24:1-11,
Lindolfo Pieper
CRISTO RESSUSCITOU

Domingo de Páscoa, 08.04.2007
Lucas 24.1-9: "No primeiro dia da semana, alta madrugada, foram elas ao túmulo, levando os aromas que haviam preparado. E encontraram a pedra removida do sepulcro. Mas, ao entrarem, não acharam o corpo do Senhor Jesus. Aconteceu que, perplexas a esse respeito, apareceram dois seres com vestes resplandecentes. Estando elas possuídas de temor, baixaram os olhos para o chão, eles lhes falaram: Por que buscais entre os mortos ao que vive? Ele não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos de como vos preveniu, estando na Galiléia, quando disse: Importa que o Filho do homem seja entregue nas mãos de pecadores, e seja crucificado, e ressuscite no terceiro dia. Então se lembraram das suas palavras. E, voltando do túmulo, anunciaram todas estas coisas aos onze e a todos os que com estavam com eles".

No quadro Esperança de Watt encontramos um jovem com os olhos vedados, sentado numa esfera escura. Tem na mão uma harpa com todas as cordas arrebentadas.

Este quadro representa os discípulos de Jesus depois da ressurreição do Senhor, pois para eles todas as cordas, até as últimas, estavam arrebentadas.

A semana que antecedera a Páscoa tinha sido demais: decepções e mais decepções. E, ao lado das decepções, o medo, a angústia e a vergonha.

Durante séculos haviam esperado pelo Messias prometido a Israel, para que viesse libertar o povo do jugo romano.

Aquele menino nascido em Belém, proclamado pelos anjos, visitado por reis, parecia, a princípio, que era o Libertador, embora não compreendessem o seu tão humilde nascimento, linhagem e cidade natal.

Custou para que acreditassem nele, pois tinha uns ensinamentos um tanto estranhos, como o de dizer em existir antes de Abraão, de oferecer o seu próprio corpo como verdadeira comida e o poder de reconstruir o templo em três dias depois de destruído.

No entanto, os seus milagres, os seus profundos ensinamentos e o seu alto espírito de liderança pareciam não deixar dúvidas de que ele era de fato o Messias prometido.

Mas cedo veio a decepção. Esse mesmo Jesus, o tão ansiado Messias, de quem tanto esperavam, estava agora sendo entregue aos soldados romanos, julgado e finalmente pregado na cruz. Não havia mais esperança. Fora-se o seu líder, a última corda da harpa de Watt.

Porém, veio a manhã de Páscoa e com ela o maior acontecimento de toda a história.

Cedo de manhã as mulheres se dirigem ao túmulo para ungirem o corpo de Jesus. Mas, em vez de encontrar um corpo morto, encontram um anjo e um túmulo vazio.

Antes que o medo tomasse conta delas, o anjo lhes diz: "Ele não está aqui: ressuscitou, como havia dito. Vinde ver o lugar onde ele jazia".

Sim, Cristo ressuscitara. Não podiam acreditar, mas era verdade. Cristo realmente ressuscitara. Não havia lugar para dúvida: ali estavam os lençóis, o túmulo vazio, a pedra removida e o anjo.

Voltam para casa, tomadas ainda de um certo medo e relatam aos discípulos. Estes correm até o túmulo e confirmam a verdade. E, se alguma dúvida ainda pudesse haver, Cristo a dissipa com a sua presença, aparecendo a todos.

Cristo realmente ressuscitara. A alegria toma conta de seus corações. Afinal, era a primeira Páscoa e a primeira vez que se ouvia falar que alguém ressuscitara dos mortos para não mais morrer.

E o que era mais importante: Jesus estava novamente com eles e com ele a esperança da vida eterna. Restabeleciam-se assim as cordas da esperança.

Amigos, Páscoa é alegria. Embora distantes dela por alguns séculos, sentimos nela ainda a alegria daquela primeira manhã, pois a ressurreição do Senhor nos acompanha.

Páscoa é alegria porque significa ressurreição. E ressurreição significa vitória: vitória sobre a morte, sobre o pecado e sobre o maligno.

Deus aceitou o sacrifício de Cristo em nosso lugar. Jesus é realmente o Messias prometido. Logo: as suas palavras são verdadeiras, os seus ensinos reais e as suas promessas fiéis. Portanto: se ele vive, nós também viveremos.

Um cético honesto perguntou certa vez ao pastor que, se fosse possível provar que Cristo não havia ressuscitado, e então, o que aconteceria.

O pastor, refletindo por um momento, fixando os olhos no interlocutor, respondeu: "Então dezenove séculos de pregação cristã se formaram sobre uma mentira. Então a fé professada por milhões foi em vão. Então todos os que crêem em Cristo hoje continuam sem o perdão dos seus pecados. Então os membros da minha congregação e os cristãos em toda parte do mundo são os mais miseráveis de todas as criaturas!"

Mas, para a nossa alegria, Cristo ressuscitou. E a prova disso é o túmulo vazio, a pedra removida e a aparição aos discípulos.

É também uma prova da ressurreição a nossa fé e a presença de cada um de vocês dominicalmente na igreja. Cristo ainda hoje se manifesta aos fiéis. Ele se manifesta em cada cristão. Nós somos uma prova da sua ressurreição.

O redator de um grande jornal, um dia, passeando pela praia, encontrou-se com um pescador que falava da ressurreição e da sua fé em Cristo.

Admirado, o redator lhe perguntou donde ele sabia que Cristo ressuscitara. O pescador respondeu: "O senhor está vendo aquelas casas lá no outro lado do rochedo? Ora, quando estou longe da praia, reconheço nos reflexos solares nas vidraças daquelas casas que o sol já é saído. Assim também vejo na fisionomia dos cristãos os reflexos do Cristo redivivo e da sua glória. Esta é, para mim, uma das maiores provas da ressurreição de Cristo".

Conta-se que um jovem cristão havia conseguido que o seu amigo incrédulo o acompanhasse à igreja na manhã de Páscoa. O pastor leu o relato da ressurreição no evangelho do dia e depois pregou sobre as palavras de Paulo registradas em 1 Coríntios, capítulo 15.

Falou com palavras ardorosas sobre as glórias da vida cristã, detendo-se de maneira impressionante na vitória de Cristo sobre o pecado, sobre a morte e sobre Satanás.

Com eloqüente fervor proclamava a certeza da fé cristã na ressurreição dos mortos e a vida eterna com Cristo no céu.

Com a jubilante convicção que arrebatara a congregação inteira, concluiu: "Sei que Cristo reviveu: eu também verei a vida e herdarei com ele o céu. Morte, já não és mais temida. Cristo o corpo irá levar, e eu na glória irei estar".

Enquanto voltavam para casa, o jovem perguntou ao seu amigo incrédulo o que achara do culto que acabara de assistir. Ele respondeu: "Se eu cresse no que o seu pastor falou, passaria a vida inteira falando a respeito disso. Não posso compreender como alguém possa crer o que o pastor disse e depois simplesmente voltar para casa e permanecer como se não tivesse ouvido nada!"

Que acusação, que desafio! Será que nós não estamos enquadrados neste tipo de congregação?

Dominicalmente temos a oportunidade de ouvir falar das verdades da fé cristã, da ressurreição de Cristo e da salvação que ele nos preparou. Depois voltamos para casa como se não tivéssemos ouvida nada.

Encontramos o nosso semelhante e lhe falamos de tudo, de menos de Cristo. É preciso que mudemos, que sejamos mais autênticos: autênticos para conosco mesmos.

Cristo deve refletir em nossas vidas. Os outros devem ver em nós o testemunho da fé no Cristo ressuscitado. Os nossos passos, o nosso falar e o nosso agir devem refletir a Cristo.

Que o Cristo ressuscitado ressuscite também em nossas vidas para que o nosso andar, o nosso falar e o nosso viver reflitam o amor de Cristo em nós, a fim de que os outros possam ver em nós o testemunho da ressurreição de Cristo, creiam em Jesus e possam ser salvos.



Lindolfo Pieper
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